sexta-feira, 18 de abril de 2014
Calma aí,coração!!
O título tem a ver com o nome de uma música. E diante de turbilhão de coisas que ouvi neste feriado, cairia bem o título de "Calma aí, coração, mente, gente!"
A vida segue em meio a vários acontecimentos, quando a gente para, a impressão é de que resolve te cercar. Daí os ouvidos chegam a doer e faltam gritar: "Pare!Não quero mais ouvir isto"! Eu penso que tudo entra em ebulição e a vontade é ter uma varinha mágica e fazer tudo desaparecer. Não somente os ouvidos, os olhos também estão fatigados com coisas que vi e acrescenta-se a isto a falta de um bom sono...
Como uma conversa que tive mês passado, há pessoas que não pertencem mais ao nosso meio, há situações de que não são mais cotidianas depois de uma mudança que se tem na vida. A percepção fica diferente e no fundo a gente sabe que o nível de ação não é mais o mesmo.
Com certeza,sei que meu cérebro está bastante barulhento, o que tem me causado dificuldades para escrever hoje. Porém eu precisava desabafar, movimentar meus dedos.
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Outros janeiros
Acontece que aos quatorze dias do mês de janeiro de 2014,ela se perguntava quais eram os desejos e anseios de janeiros passados. Claro que ela não se lembra de tudo, no entanto, ela sabe que janeiro é um mês marcante devido a alguns acontecimentos em sua vida.
Assim, ela olha para um ponto na parede no quarto escuro e tentar fazer alguma conexão, lembrar de algo que tenha escrito. Tarefa esta parcialmente cumprida. Não,sem frustração, porque para ela agora o que passou, passou. Ela deita-se disposta a viver algo diferente e ter uma nova história escrita.É um desafio diário,mas ela pensa que vale a pena!
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
Feliz Ano Novo...é mesmo?
Quase ao fim do penúltimo dia de 2013 e estou aqui. Há alguns dias, já desfrutando de férias e de todo aquele momento de reflexão sobre decisões senti uma enorme vontade de escrever. Considero que o fato de estar lendo Clarice Lispector também tenha contribuído. Senti aquela epifania ao lembrar do quanto sempre gostei de escrever e da vontade de publicar livros.
Quase dois anos não postava aqui e muita coisa na minha vida mudou. Ainda me perguntei se existem pessoas que escrevem em blog.
Bom, é um rascunho o que deixo por aqui hoje, pois ainda quero terminar minha leitura. Pelo menos saí da inércia, tomei coragem e reavivei meu velho amigo aqui. Boa noite!
sábado, 7 de janeiro de 2012
Feliz 2012!!
Acontece que aos sete dias do novo ano, eu tenho vontade de escrever,mas não por aqui. No papel mesmo,gastando a tinta da caneta, trocando de páginas, sujando a mão e tudo aquilo que envolve o exercício da escrita.
Eu já considero 2012 um ano desafiador para mim. Tudo bem, as pessoas sempre falam isso,afinal de contas: "Ano novo,vida nova!" Certo? Nem sempre.
Há aqueles que preferem prosseguir o mesmo caminho, persistir na mesma escolha, viver a mesma rotina. Não julgo ser algo velho. As mudanças não tem a obrigação de ocorrerem no início do ano. Em alguns momentos, a necessidade de mudança é detectada no decorrer do caminho, na metade do ano ou até mesmo no final,por que não?
Porém para alguns, o ano começa e percebe-se que é preciso mudar. Há circunstâncias que os forçam a isto.
Penso que por este ano,sempre que necessário, desejarei "Feliz Ano Novo" a alguém. Nunca se sabe quando alguma nova direção está a ser tomada na vida de outro.
O meu ano novo de fato começou no dia 2, depois de passar o domingo assistindo filmes, séries, esquecendo-me de certas obrigações. 2011 foi puxado sim,mais pelo lado emocional do que físico. Oh, e digo que vivi coisas que não imaginava,mas que serviram para crescimento, para reflexão de atitudes que tomamos ao logno da vida e ao mesmo tempo visualizar o quanto Deus cuida de mim- em todos os sentidos.
Conheci pessoas e vivi momentos que deixaram minha vida bem mais colorida quando a nuvem sombria passava acima de mim. Também teve a rotina, que por alguns instantes foi mais inovadora e atraente.
Finalizo por aqui porque não existe conclusão, estou vivendo o ano novo ainda...
Em algum outro momento estarei por aqui ;)
sábado, 5 de novembro de 2011
Welcome November
Olá!Enquanto não dedico um tempo para escrever, deixo o texto abaixo. No momento, desfruto de algumas leituras e de música. Para mim aquela história de que " minha vida tem trilha sonora" é mais do que verdade.
Já viajei, e tem mais lugar para conhecer. Me divirto aprendendo a dirigir e a sentir que 40km/h pode parecer rápido para mim ( risos). Sigo meu 2011 !
See you later!!!
Quando amadureço
Aprendo o quanto amadurecer pode nos proporcionar um enriquecimento de vida. Vida, assim, dividida, sempre nova, fértil, plena, encantadora, mas na qual não podemos apagar as cicatrizes da alma. As marcas das experiências ficam, nos constroem.
Antes eu julgava que o coração criava crostas e íamos nos tornando mais resistentes às emoções: mortes não nos causavam tanto assombro, decepções não nos levavam ao chão, as perplexidades diminuíam e a aventura de estar vivo parecia cada vez menos excitante.
É claro que amadurecer nos torna fortes e isto não tem nada com a quantidade de anos vividos. Amadurecer tem muitas faces. Amadurecemos muito com os sofrimentos, as perdas, a distância, a saudade, os diversos “pra sempre” e “nunca mais”, mas amadurecemos também com experiências únicas de encontros na vida.
Amadurecer não significa perder o encanto pelas coisas que vivenciamos, antes saboreá-los com menos pressa e mais ternura. Amadurecer não significa perder a vibração e a magia perante o novo, mas vibrarmos numa outra faixa, com mais responsabilidade pelos nossos sentimentos e pelos alheios.
Amadurecer é a incrível descoberta de um eu profundo e paradoxalmente jovem, novo, sedento de releituras. Isso porque o nosso olhar muda. Passamos a ver a vida sob uma ótica mais amena, menos rigorosa, mais terna e mais valorizadora dos pequenos encantos do cotidiano, antes quase imperceptíveis.
O amadurecimento pode nos vestir sob diferentes aspectos: filhos, lutos, rompimentos, crises e descobertas. Toda gama de relações e fatos que nos circundam acenam para essa evolução do eu que assim, se descobre, se desnuda, transmuta e cresce. Mas este crescer não tem sentido se é um crescer solitário e silente. Amadurecer/Crescer significa também ramificar e se abrir, expor ao mundo, ao vizinho, ao amigo, ao colega de trabalho a riqueza de nossas experiências. Isso é saber amadurecer junto, trocando, cedendo, doando parte de sua alma ao mundo, que como cada um de nós também amadurece. Mas o mundo é outra história e a história é cíclica... Porém, jamais igual.
Amadurecer não é virar Mamãe e Papai, Vovô e Vovó... Não é repetir atos, padrões, certezas e regras. Amadurecer é se descobrir: limites e potencialidades. É querer continuar bebendo no pote da vida, mas perder (ganhar) um pouco mais de tempo apreciando o sabor. Amadurecer é estar aberto sempre, é ter menos “pé atrás”, é aprender a depositar confiança nas pessoas, pois estas são seres humanos e não ciladas. É ir ao encontro do outro menos desarmado já que a vida urge e não viemos ao mundo apenas para guerrear, precisamos também de doçura e de paz.
Amadurecer significa ver encanto nas coisas mais ínfimas, mas que mais nos tocam a alma e nos transformam como seres humanos. Amadurecer é não só aprender com os erros a não repeti-los, mas, sobretudo perceber que errar é inerente à natureza humana e, assim, devemos ser mais flexíveis com os que erram conosco.
Amadurecer é muito mais que esta maravilhosa descoberta do “eu”... Amadurecer é a deliciosa descoberta do “outro”... E como um dia afirmou Drummond: “Aprendi novas formas de amar e tornei outras mais belas”.
Talvez amadurecer seja exatamente a afirmação da necessidade de descobrirmos, inventarmos, pela nossa sobrevivência, novas formas de Amar.
Alyne Costa
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Doce outubro
Pessoas queridas!
Espero que estejam bem. Eu estou bem, graças a Deus.Meu outubro começou bem com um caixinha de surpresa maravilhosa. Também acredito que é o mês com mais trabalho que tenho.
Se no dia 27 de setembro eu estava em estado de graça, não sei bem ao certo como definir meu estado. Talvez eu utilize de um jargão de uma amiga: "Bora colorir a vida!"
A minha vida está colorida, com cores e tons variados, expressando sentimentos, sons, sonhos, sorrisos ( nossa, o quarteto do "s" que criei).
A madrugada avança e termino mais uma etapa do meu serviço e sei que ainda tenho coisa para estudar. Calma! Graças a Deus tenho conseguido atingir algumas metas. Particularmente estou feliz porque chega último trimestre do ano e conscientemente ou não, a avaliação de todo o ano quase grita em meus ouvidos.
Não, o ano não terminou para mim; até dia 31 de dezembro - se Papai assim permitir- tenho muito chão para caminhar.
Através de um texto que ganhei com o título "Quando amadureço" repensei minha vida até agora. Interessante que a última lição do nível básico de Inglês tratava sobre mudança, perspectiva de vida e para completar chega a revista Galileu tratando do assunto.
Considero-me renascida, foi-se o pranto e embora muitas vezes as lágrimas tentem embaçar a visão, eu consigo enxugar os olhos e caminhar. Boa parte das vezes sozinha, é verdade. A fase me traz experiências totalmente diferenciadas e situações que venço o tabu para simplesmente viver. E é neste âmbito que a vida começa a surpreender-me. Sinto que na minha fragilidade tem uma força tão grande. Impossível não me remeter a algumas situações vividas. Quando pensava que não dava mais, o inesperado acontecia e eu caminhava mais uma milha.
No momento escuto "Never Alone" do grupo Barlow Girl, que tem tudo a ver com o que escrevo.
Eu sei, eu sei, poderia escrever mais, mas o cansaço já toma conta de mim.
A vida está colorida, as cores do meu sonho nesta noite é como o arco-íris no céu.
Deixo algumas frases que colorem minha vida ultimamente:
" Temos nosso próprio tempo"
"Amadurecer não significa perder encanto pelas coisas que vivenciamos, antes saboreá-los com menos pressa e mais ternura. Amadurecer não significa perder a vibração e a magia perante o novo, mas vibrarmos numa outra faixa, com mais responsabilidade pelos nossos sentimentos e pelos alheios."( Alyne Costa )
"Plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores."( Shakespeare )
"Olhei pra você fixamente por instantes. Tais momentos são meu segredo." (Clarice Lispector)
P.S: E que meu outubro continue doce...não me trará calorias além do necessário ;)
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Primavera
Estou em estado de graça!
O mês está próximo do fim e retorno com o que dizia quando ele começou: "Setembro, um bom presente!"
A terça foi um dia de primavera ensolarado. Posso perceber alguns detalhes tão lindos e únicos da minha vida.
Para quem estava sentindo falta meu sorriso retornou, minha credencial em qualquer lugar que esteja.
Deus é bom e não me canso de afirmar isto. Precisei de muita paciência, carinho, afetos,pessoas em dias trágicos que tive.
Sabe, que eu retorno com um gás tamanho de viver. Aliás, é uma característica minha: vontade de viver. Eu sei que em alguns momentos a vontade é chutar o pau da barraca, fazer minha trouxinha e seguir estrada afora. É a bendita ânsia de mudança.
Meu texto de hoje é breve,um pequeno relato de como Papai do Céu cuida da pessoinha aqui. Pessoinha falha, carente, dependente,mas que no fundo do coração sente o toque do amor de Deus. E se levanta, renasce das cinzas,e reconhece a exclusividade do modo como Deus a fez.
Até a próxima!!!
"Sejamos como a primavera que renasce cada dia mais bela... Exatamente porque nunca são as mesmas flores." (Clarice Lispector)
*P.S.: escrevi isto,mas pode ser que em outro momento esteja chorando...fazer o que,né? São fases da vida...
domingo, 11 de setembro de 2011
Virei filha única e agora?
Vamos lá,né?Demorei para escrever porque toda vez que eu lembrei de acessar o site, mal conseguia redigir. Emoções à flor da pele? Pode ser. Há uma situação nova que gera uma certa adaptação. Aproveitei os momentos que tive antes disso ocorrer. Uma greve fez com que eu passasse mais tempo em casa. Bem ou mal, contribuiu para que nada fosse muito trágico além do que seria.
Quem já passou pela situação de ter algum irmão estudando em outro lugar, ou a trabalho sabe como é. Quem nunca vivenciou, talvez através destas linhas consiga captar um pouco.
Ao contrário do que se possa pensar, não tenho as atenções voltadas a mim e é provável que não me mimarão (risos). Minha vontade é retornar a minha rotina de serviço, academia, autoescola e tudo o mais o que eu conseguir. Agora, quando saio é sozinha seja para a igreja, shopping ou até mesmo ao centro da cidade. Sim, existem amigos, colegas. Mas e quando ele snão podem?
Confesso que é ruim estar no ônibus sozinha, ter além da minha cama, mais duas vazias por aqui e por cada cômodo que se passa ter um pouco da pessoas ausente ali. Pense, alguém que assistia filme com outra pessoa e sempre surgiam comentários, risadas e agora assiste a um filme quase que em silêncio. ( Eu disse quase, porque mesmo sozinha a gente consegue rir, dizer algumas expressões e por aí vai). O sofá fica está por minha conta, agora sento e deito como quero, não tenho que dividir espaço. Ninguém mais coloca as pernas em cima de mim ou vice-versa.
A gente escuta vinheta, música, sabe que tem algum programa na TV e lembra, por vezes não tem coragem de assistir porque sabe que é próprio da pessoa. Para exemplo disto, ainda não consegui assistir Law&Order.
Não há ninguém me chamando por apelido. Sou somente a Érica aqui em casa agora, o que traz um certo peso.
Há fotos, livros, enfeites, brinquedos. No guarda-roupa há um vazio.
Pode ter alguém que pense que seja drama,mas que pense assim, só entende quem sente mesmo e minha preocupação não é convencer ninguém a sentir o mesmo que eu. Trata-se de um desabafo que pdoer ser que me faça bem e caso um dia eu não tenha memória eu leia sobre este momento da minha vida.
Sinceramente eu vejo que não fui programada para ser filha única, e além de tudo sou a mais velha.
Anteontem fiz a experiência de ir ao shopping sozinha. Foi bem estranho visto que foi um dos últimos lugares, no qual eu e Angélica estivemos. E lembro-me que naquela sexta-feira ( sim, também foi numa sexta-feira) eu tinha uma certa esperança, presenciei fatos que vi como um sinal de coisa boa que está por vir. O cenário desta última sexta-feira foi bem diferente. Além de estar sozinha, não tinha sinais e levei um banho de água fria. Para ajudar ainda tive um outro probleminha por causa de uma nota fiscal. Deram a opção de ir lá ontem para resolver, mas sabe mediante tudo que passei, escolhi não ir para não chover no molhado. Chega,sabe? Sozinha, a gente evita passar por determinadas situações.
Em compensação fui a academia fazer musculação ( oooohh) e encontrei com uma colega de autoescola e investi num Cornetto para refrescar. Bom demais!
Ainda está difícil digerir toda esta mudança, sei que sobrevivo porque é fase.
Confesso que não estou muito legal por causa do furacao que passou em minha vida, e sinto a vontade de que alguém me carregue. Já levei uns tropeços, meus pés cambaleiam um pouco. Estou como a personagem que fez minha escolher meu nome: manca. O peso da babagem está grande, resolveram passar isto para mim...
Até fevereiro- se Deus assim permitir- aguardo mudanças em minha vida, por enquanto parece que ainda dveo ficar no banquinho assistindo a tudo ao meu redor. Deus sabe o que vai no meu coração...
domingo, 4 de setembro de 2011
Faz de conta...crash!
Como um dia de domingo ensolarado,após uma madrugada bem fria marco presença aqui. Estava conversando com minha acerca de alguns acontecimentos recentes em nossas vidas.
Foi daí que me veio a vontade de escrever e o título "Crash". Para quem conhece, existe um filme com o mesmo título e acredito eu que já escrevi algo relacionado há algum tempo atrás.
Pois bem, minha mente dizia é preciso viver alguns "crashs" na vida. É preciso não, está na bagagem da vida.
Por vezes a gente é agente ativo, outras vezes agente passivo. Lembrei-me que nessa semana que findou quebrei um enfeite e um espelho. O espelho foi meio sem querer, a forma como o coloquei na cama provocou o estalo. Era um vez um espelho.
O início da postagem "Como um dia de domingo" faz parte de uma música que apresenta outro verso que me fez refletir: "Faz de conta que ainda é cedo". Pensei: a vida não é faz de conta. Eu não posso dizer que o espelho está inteiro, em pleno uso como faz de conta de que ele ainda serve. Neste exato momento ele encontra-se no quintal esperando o dia da coleta de lixo. Pense: faz de conta que se respira, come, fala?Sei que há como burlar certas vivências por um determinado período,mas fique atento de que logo adiante: CRASH! Tem que deixar o faz de conta e deprarar-se com a verdade.
Na vida não há como afirmar faz de conta que vivo, ou faz de conta que estou apaixonada, ou faz de conta que está tudo bem. O que percebo a cada dia que é preciso tomar uma postura e assumir. Não é apenas dizer,mas sim viver de forma que ações sejam coerentes, compatíveis com cada sílaba pronunciada.
Os crashs representam mudança, ruptura em algum trajeto da vida. A seguinte frase que li no Twitter vai ao encontro do que escrevo: ''Às vezes é mais fácil começar um novo capítulo do que persistir numa mesma história."
Eu li,reli várias vezes e tentei relacionar com minha semana. Há novas linhas desenhadas na minha vida. Se me permite estou "crasheando" e com vontade( risos). Assim consigo visualizar novos traçados e prossigo na velocidade permitida para cada trajeto. Mais do que tudo, faz para bem o viver real.
Que Deus me ajude!
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
360 graus ou 180 graus?A melhor edição de mim...
Uma coisa é certa, eu nunca tive um mês de agosto que fosse tão longo como este.Como?Eu explico.
O mês continua com seus 31 dias, não tem feriado, está do mesmo jeito.
Tive experiências significativas. Minha câmera não registrou, mas o coração gravou tudo e arquivou. Sorri, chorei, viajei,aborreci-me com um punhado de gente ( também devo ter aborrecido),ouvi coisas chocantes sobre pessoas que conheço de longa data, malhei,li, dormi. Senti frio, mas também sofri com o calor. Meus olhos brilharam diante de novos horizontes, mas eles também lacrimejaram diante de fatos mal resolvidos, outros até sem solução ainda.
Tive sinais e muitos...parece que foi uma forma de Deus me trazer um pouco de esperança,é o que penso. São sinais que só eu sei o quanto significam.
Por mais que muita coisa ruim tenha acontecido, levo como crescimento. "Crescer custa, demora, esfola, mas compensa. É uma vitória secreta, sem testemunhas. O adversário somos nós mesmos." (Martha Medeiros)
Como você já sabe, eu quero prosseguir. Levo na mente o trecho daquela canção do ano passado que tanto me perseguiu "Just don't give up..."
Foi bom porque quando acharam que tinham acabado comigo, lá estava eu de pé de sorrisão no rosto.
O meu silêncio é meu amigo, porque na companhia dele, reformulo a vida e volto a faxer presença.
Falando de coisa boa, algo que me intriga são alguns números que aparecem na minha vida. Longe de mim numerologia, não é o que determina minha vida. Aconteceu que vejo uma série de acontecimentos que tem coisas muito em comum. Vai entender...sou da teoria de que o mundo não é tão grande assim.
Sabe que mais do que nunca, acredito em mim e romperei barreiras. Pode esperar sentado se quiser,viu? Eu não me preocupo. Vi um texto esta semana que simboliza isto: "Ah, para tudo! Se é pra viver, vamos viver direito. Com conteúdo.
Troque o verbo, mude a frase, inverta a culpa. O sujeito da oração é você.
A história é sua, mãos à obra! Melhore aquele capítulo, jogue fora o que não cabe mais, embole a tristeza, o medo, aceite seus erros, reescreva-se. Republique-se. Reinvente-se. E transforme - se na melhor edição feita de você."
Diante de todos so aspectivos positivos passei mais tempo com família, conheci mais profundamente algumas pessoas, me diverti, cuidei de mim, aprendi, orei, cantei, mandei coisa embora, me dediquei a novas coisas...
Estou intensa no que vivo porque sei o tempo não volta atrás e não sei como será o amanhã!Eu sou otimista e tenho esperança...ainda que tudo pareça impossível.
Um bom setembro!!!
O mês continua com seus 31 dias, não tem feriado, está do mesmo jeito.
Tive experiências significativas. Minha câmera não registrou, mas o coração gravou tudo e arquivou. Sorri, chorei, viajei,aborreci-me com um punhado de gente ( também devo ter aborrecido),ouvi coisas chocantes sobre pessoas que conheço de longa data, malhei,li, dormi. Senti frio, mas também sofri com o calor. Meus olhos brilharam diante de novos horizontes, mas eles também lacrimejaram diante de fatos mal resolvidos, outros até sem solução ainda.
Tive sinais e muitos...parece que foi uma forma de Deus me trazer um pouco de esperança,é o que penso. São sinais que só eu sei o quanto significam.
Por mais que muita coisa ruim tenha acontecido, levo como crescimento. "Crescer custa, demora, esfola, mas compensa. É uma vitória secreta, sem testemunhas. O adversário somos nós mesmos." (Martha Medeiros)
Como você já sabe, eu quero prosseguir. Levo na mente o trecho daquela canção do ano passado que tanto me perseguiu "Just don't give up..."
Foi bom porque quando acharam que tinham acabado comigo, lá estava eu de pé de sorrisão no rosto.
O meu silêncio é meu amigo, porque na companhia dele, reformulo a vida e volto a faxer presença.
Falando de coisa boa, algo que me intriga são alguns números que aparecem na minha vida. Longe de mim numerologia, não é o que determina minha vida. Aconteceu que vejo uma série de acontecimentos que tem coisas muito em comum. Vai entender...sou da teoria de que o mundo não é tão grande assim.
Sabe que mais do que nunca, acredito em mim e romperei barreiras. Pode esperar sentado se quiser,viu? Eu não me preocupo. Vi um texto esta semana que simboliza isto: "Ah, para tudo! Se é pra viver, vamos viver direito. Com conteúdo.
Troque o verbo, mude a frase, inverta a culpa. O sujeito da oração é você.
A história é sua, mãos à obra! Melhore aquele capítulo, jogue fora o que não cabe mais, embole a tristeza, o medo, aceite seus erros, reescreva-se. Republique-se. Reinvente-se. E transforme - se na melhor edição feita de você."
Diante de todos so aspectivos positivos passei mais tempo com família, conheci mais profundamente algumas pessoas, me diverti, cuidei de mim, aprendi, orei, cantei, mandei coisa embora, me dediquei a novas coisas...
Estou intensa no que vivo porque sei o tempo não volta atrás e não sei como será o amanhã!Eu sou otimista e tenho esperança...ainda que tudo pareça impossível.
Um bom setembro!!!
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Pra terminar a noite
É uma postagem bem rápida, eu gostaria de escrever mais, porém pretendo deitar-me um pouco mais cedo. Estou orgulhosa pelo dia: dei conta das minhas atividades do inglês, fui a academia só para fazer musculação ( isto é milagre,tá?rs) e ainda eliminei duas aulas da autoescola. Bem produtivo,né?
Desde a última postagem, a fase de cisne negro deu uma aliviada. Crises aparecem para fazer a gente crescer. Não tenho dúvidas e só me dá força para não desistir.
Verdade é que algumas lágrimas rolam, o dia parece cinza, e notícias ruins aparecem como parte da bagagem.
Aprendi que a gente tem que saber viver em meio ao silêncio; permanecer no seu cantinho, e sair quando estiver pronto para encarar a situação. Tudo tem seu tempo, nem a mais,nem a menos.
Eu vejo que Deus cuida de tudo. A semana está atípica, e acredito que foi o meio que Ele fez para que eu pudesse sentir a brisa em meu rosto.
See you later.
Abaixo trechinho de uma música que lembrei, na época que era pré-adolescente ainda (risos)
It's my life
I stand it all alone
Accept my way of living
I live it on my own
It's my life
I try to be so free
'cause freedom is the promise
Of my destiny
I'm never gonna give it up
I never ever lose my aim
I'm never gonna give it up
Accept my way of living
It's my life
Desde a última postagem, a fase de cisne negro deu uma aliviada. Crises aparecem para fazer a gente crescer. Não tenho dúvidas e só me dá força para não desistir.
Verdade é que algumas lágrimas rolam, o dia parece cinza, e notícias ruins aparecem como parte da bagagem.
Aprendi que a gente tem que saber viver em meio ao silêncio; permanecer no seu cantinho, e sair quando estiver pronto para encarar a situação. Tudo tem seu tempo, nem a mais,nem a menos.
Eu vejo que Deus cuida de tudo. A semana está atípica, e acredito que foi o meio que Ele fez para que eu pudesse sentir a brisa em meu rosto.
See you later.
Abaixo trechinho de uma música que lembrei, na época que era pré-adolescente ainda (risos)
It's my life
I stand it all alone
Accept my way of living
I live it on my own
It's my life
I try to be so free
'cause freedom is the promise
Of my destiny
I'm never gonna give it up
I never ever lose my aim
I'm never gonna give it up
Accept my way of living
It's my life
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Cisne negro
Antes da nova futura postagem já intitulada "Aos 29", permita-me externar o que se passa em minha vida. Não é um ato de rebeldia ou reclamação,também sei que talvez que o meu ato de escrever não gerará mudança alguma.
Como fiz um acordo comigo mesma de não me deixar vencer diante de qualquer circunstância, escrevo como fortalecimento para mim.
Há uns minutos atrás, estava em minha cama com pensamentos em Deus, fazendo aquele discurso regado a lágrimas, pensamentos, palavras que só Ele sabe e entende.
Eu não entendo nada do que acontece, mas também não vou me flagelar em entender. Já percebi que essa busca por entender não me leva a nada.
Sei que é interessante sentir-se mais bem cuidada por um estranho do que um conhecido. Também sei que minha presença é ignorada, ou simplesmente descartada. Sabe quando vai remover algo do facebook e aparece aquele quadrinho com a seguinte pergunta: "Tem certeza que deseja excluir?" e clica-se nele? Penso que é assim fazem comigo, porém antes de aparecer qualquer pergunta para confirmar a ação já excluem e se bobear ainda escolhem: "Desejo que essa mensagem não apareça mais".
Duro,mas é a vida e eu não entendo.
Eu assisti "Cisne negro", bem complexo,viu? Não me comparo a ela não, citei o filme pensando no quanto o ser humano é complexo e talvez eu tenha até uma certa ousadia em dizer que existe um cisne negro atrás de mim, que tenta sempre me derrubar, que não sabe conviver consigo e tenta estralhaçar a vida dos outros porque pensa que tem que ser o melhor em tudo e acredita que o mundo conspira contra ele.
O que digo é que nesta segunda-feira nublada e com um vento que faz arrepiar levam-me a refletir e sinceramente não tenho alguma voz de comando sobre o que fazer.
Pessoas que me conhecem sabem da minha presença mesmo com o meu silêncio. Espero ter uma boa segunda-feira, e sei que não é bom,mas torço para que o dia termine logo e eu tenha tempo para mim.
O tempo passa e minha mala aguarda a hora de ser utilizada...
Como fiz um acordo comigo mesma de não me deixar vencer diante de qualquer circunstância, escrevo como fortalecimento para mim.
Há uns minutos atrás, estava em minha cama com pensamentos em Deus, fazendo aquele discurso regado a lágrimas, pensamentos, palavras que só Ele sabe e entende.
Eu não entendo nada do que acontece, mas também não vou me flagelar em entender. Já percebi que essa busca por entender não me leva a nada.
Sei que é interessante sentir-se mais bem cuidada por um estranho do que um conhecido. Também sei que minha presença é ignorada, ou simplesmente descartada. Sabe quando vai remover algo do facebook e aparece aquele quadrinho com a seguinte pergunta: "Tem certeza que deseja excluir?" e clica-se nele? Penso que é assim fazem comigo, porém antes de aparecer qualquer pergunta para confirmar a ação já excluem e se bobear ainda escolhem: "Desejo que essa mensagem não apareça mais".
Duro,mas é a vida e eu não entendo.
Eu assisti "Cisne negro", bem complexo,viu? Não me comparo a ela não, citei o filme pensando no quanto o ser humano é complexo e talvez eu tenha até uma certa ousadia em dizer que existe um cisne negro atrás de mim, que tenta sempre me derrubar, que não sabe conviver consigo e tenta estralhaçar a vida dos outros porque pensa que tem que ser o melhor em tudo e acredita que o mundo conspira contra ele.
O que digo é que nesta segunda-feira nublada e com um vento que faz arrepiar levam-me a refletir e sinceramente não tenho alguma voz de comando sobre o que fazer.
Pessoas que me conhecem sabem da minha presença mesmo com o meu silêncio. Espero ter uma boa segunda-feira, e sei que não é bom,mas torço para que o dia termine logo e eu tenha tempo para mim.
O tempo passa e minha mala aguarda a hora de ser utilizada...
sábado, 13 de agosto de 2011
August 13
Sabadão, um mês depois do meu níver. Hoje é níver de uma amiga e também casório dela ( isto também deve explicar o quão emocionada ela estava).Acabei de chegar da cerimônia que teve seus pormenores. Percebi que teve detalhes lá que ela já comentava comigo na nossa época de adolescência Da minha preparação a saída de casa, e no momento que estava na igreja muita coisa se desenrolou.
Tive momentos bem reflexivos durante o dia. Li a seguinte frase: "Difícil saber o que é importante na vida. Nós não notamos o que é pequeno demais e não estamos preparados para o que é muito grande" e pensei comigo mesma "É verdade." Não sei quem é o autor,mas digo que conseguiu externar algo meu.
Ontem,retornei da viagem radiante. Olhando os morros verdejantes na estrada, meus olhos deviam brilhar. Eu gosto de paisagem assim e notar a complexidade de tudo. Só Deus explica. Foi um passo que dei e fico feliz comigo mesma. Agradeço a Deus pela sexta que tive, foi singular para mim. Para muitos, foi um dia da semana de trabalho, estudo, afazeres. Para outros, o fim de semana, um dia alegre, um dia triste, um dia estressante. Há muito de emoção e sensação em torno do dia. Eu digo que minha sexta foi brilhante, porque me senti cuidada.
Já faz tempo que sinto que caminho sozinha. Há alguns momentos que sinto que estou acompanhada - e não digo somente de companhia física. Ontem, foi um dos momentos que vivi que, cara, não ando sozinha e como Deus cuida de mim! Foi um dia bem de Érica. Vivi daqueles momentos que só eu sei e digo: só eu mesmo para vivenciar isto. E eu olho, sorrio, observo as pessoas que cruzam meu caminho, desbravo o desconhecido, ouço críticas, faço perguntas, incidentes, atraio olhares, ando,escuto,como,canso, escrevo. Há uma trilha sonora para o dia.
Eu assisti - ou melhor assisti boa parte, porque meu sono, apesar da insistência e vontade, não me deixou terminar- o filme Comer,rezar,amar semana passada e faço um paralelo com o que vivi. É uma singularidade que torna meu dia intenso. Não importa o tempo,a quantidade de horas envolvida, concluo que tudo é intenso. Intenso sem ferir, machucar. É aquele intenso que digo que faz com que cada segundo seja imensamente importante e norteador da vida.
A lua está linda hoje, isto me faz sorrir também. Tentaram acabar com meu dia, chorei um pouco,mas passou. Você pensa que eu vou me esconder e reclamar da vida? Não mesmo. Até cito um frase que li:"E todos os dias, por mais amargos que sejam, eu digo: - Amanhã fico triste, hoje não." (Caio Fernando Abreu)
Bom,digo que meu presente do dia foi o livro Persuasão de Jane Austen - uma surpresinha boa que encontrei numa livraria. Já no início do livro existe um pouco de mim.
Na próxima postagem, eu digo. Já tem até título: Aos 29 ( risos).
mais uma frase para terminar:"Gaste mais horas realizando que sonhando... vivendo que esperando, porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu."
See you later, Honey B.
* P.S. Honey B não é ninguém em especial, ouvi isto e achei fofinho. Pode ser que eu encontre um pseudônimo ou apelido só meu para usar aqui ao me dirigir ao leitor.
Tive momentos bem reflexivos durante o dia. Li a seguinte frase: "Difícil saber o que é importante na vida. Nós não notamos o que é pequeno demais e não estamos preparados para o que é muito grande" e pensei comigo mesma "É verdade." Não sei quem é o autor,mas digo que conseguiu externar algo meu.
Ontem,retornei da viagem radiante. Olhando os morros verdejantes na estrada, meus olhos deviam brilhar. Eu gosto de paisagem assim e notar a complexidade de tudo. Só Deus explica. Foi um passo que dei e fico feliz comigo mesma. Agradeço a Deus pela sexta que tive, foi singular para mim. Para muitos, foi um dia da semana de trabalho, estudo, afazeres. Para outros, o fim de semana, um dia alegre, um dia triste, um dia estressante. Há muito de emoção e sensação em torno do dia. Eu digo que minha sexta foi brilhante, porque me senti cuidada.
Já faz tempo que sinto que caminho sozinha. Há alguns momentos que sinto que estou acompanhada - e não digo somente de companhia física. Ontem, foi um dos momentos que vivi que, cara, não ando sozinha e como Deus cuida de mim! Foi um dia bem de Érica. Vivi daqueles momentos que só eu sei e digo: só eu mesmo para vivenciar isto. E eu olho, sorrio, observo as pessoas que cruzam meu caminho, desbravo o desconhecido, ouço críticas, faço perguntas, incidentes, atraio olhares, ando,escuto,como,canso, escrevo. Há uma trilha sonora para o dia.
Eu assisti - ou melhor assisti boa parte, porque meu sono, apesar da insistência e vontade, não me deixou terminar- o filme Comer,rezar,amar semana passada e faço um paralelo com o que vivi. É uma singularidade que torna meu dia intenso. Não importa o tempo,a quantidade de horas envolvida, concluo que tudo é intenso. Intenso sem ferir, machucar. É aquele intenso que digo que faz com que cada segundo seja imensamente importante e norteador da vida.
A lua está linda hoje, isto me faz sorrir também. Tentaram acabar com meu dia, chorei um pouco,mas passou. Você pensa que eu vou me esconder e reclamar da vida? Não mesmo. Até cito um frase que li:"E todos os dias, por mais amargos que sejam, eu digo: - Amanhã fico triste, hoje não." (Caio Fernando Abreu)
Bom,digo que meu presente do dia foi o livro Persuasão de Jane Austen - uma surpresinha boa que encontrei numa livraria. Já no início do livro existe um pouco de mim.
Na próxima postagem, eu digo. Já tem até título: Aos 29 ( risos).
mais uma frase para terminar:"Gaste mais horas realizando que sonhando... vivendo que esperando, porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu."
See you later, Honey B.
* P.S. Honey B não é ninguém em especial, ouvi isto e achei fofinho. Pode ser que eu encontre um pseudônimo ou apelido só meu para usar aqui ao me dirigir ao leitor.
sábado, 6 de agosto de 2011
Impressões da semana
Sinceramente, agosto está além das minhas expectativas. A semana foi tranquila. Na quinta, eu estava pra lá de radiante. Consegui cumprir boa parte dos meus compromissos. Fiz um cronograma para o mês- suei para encaixar as minhas atividades sem prejudicar nada.
É sabado e eu trabalhei,então fico ainda meio perdida no dia já que a manhã toda fica por conta da reunião.
Lembrei-me do meu violino, o Vinus que encontra-se num cantinho do quarto. O saudosismo foi por causa de uma reportagem sobre a Orquestra Juvenil da Bahia e sua apresentação na Alemanha. Empolgante,viu?Já até assisti outros vídeos com apresentações musicais.
O frio voltou e não me queixo. A semana está perto do fim, e se Deus assim permitir a semana que vem terá mais surpresas. Meus desafios aumentam, e sinto-me mais disposta e ousada para lutar pelo lugar que almejo.
“Nenhum dia terá mais provações do que você pode suportar; e cada dia terá misericórdias suficientes para suas tensões.”
Por hoje é só, estou mais para ver e ouvir do que escrever ;)
É sabado e eu trabalhei,então fico ainda meio perdida no dia já que a manhã toda fica por conta da reunião.
Lembrei-me do meu violino, o Vinus que encontra-se num cantinho do quarto. O saudosismo foi por causa de uma reportagem sobre a Orquestra Juvenil da Bahia e sua apresentação na Alemanha. Empolgante,viu?Já até assisti outros vídeos com apresentações musicais.
O frio voltou e não me queixo. A semana está perto do fim, e se Deus assim permitir a semana que vem terá mais surpresas. Meus desafios aumentam, e sinto-me mais disposta e ousada para lutar pelo lugar que almejo.
“Nenhum dia terá mais provações do que você pode suportar; e cada dia terá misericórdias suficientes para suas tensões.”
Por hoje é só, estou mais para ver e ouvir do que escrever ;)
sábado, 30 de julho de 2011
Para não dizer que...
Ainda posso continuar relatando sobre minha viagem e todo clima de passado pairando sobre ela. Um passado com vários personagens,cada um com uma função a ser desempenhada.
Em 2011, entre os dias 20 e 25 de julho eu fui uma das personagens da histórica Mariana. O outdoor na entrada da cidade já indica que foi lá que Minas Gerais nasceu.
Mariana fazia parte do meu livro de História. Se eu imaginei colocar meus pés lá um dia? Não sei mesmo. Minha mente não me diz o que eu pensava naquela época do antigo primário, com bermuda azul marinha e camisa branca com emblema da escola.
Sei que eu era a Érica que não era muito fã de Estudos Sociais- como assim era chamada a História e Geografia- e mesmo assim conseguia sempre ter notas altas.
Estou em fim de férias, não mexi em agenda, não escrevi no meu caderno, estou em recesso no inglês, pausa na auto escola. Faz bem,viu? Ontem li um artigo que tratava sobre férias, e saber aproveitar não fazendo tudo que sempre quis, ter aquela rotina alucinante, fazer cursos e etc. É saber aproveitar o momento, descansar, mudar um pouco a rotina. Foi minha escolha.
O sábado já se inicia e se for pensar tenho muitos afazeres, antes de tudo quero aqueitar-me, organizar-me e daí arregaçar as mangas.
Acredito num 2º semestre diferente, com outra perspectiva e expectativa também.
Se na época que ouvia falar sobre Mariana, eu usava uniforme, tinha os cabelos curtos, andava a pé, tinha horário para brincar na rua e somente aos sábados e domingos, usava mochila, tênis ou sandália,a diversão era a Sessão da Tarde e eu ainda sonhava em ser dentista. Lembro que toda vez que as férias terminavam,a professora pedia uma redação - também chamada de composição- com o título "Minhas férias". Aí eu tinha uma frustração tamanha.
Para mim,eu não tinha nada de importante. Geralmente eu dizia que fiquei em casa, brinquei na rua, visitei alguns familiares em Juiz de Fora mesmo, um paquera novo, o festival de filmes d'Os Trapalhões ou da Xuxa e só. Eu pouvia o que os meus colegas relatavam, falavam de viagens, viagem com família, o que comeram,lugares que visitaram.
Minha indagação interna: por que minha família não viajava?
Bom, o tempo passou e eu ainda continuei ouvindo muitos relatos, redações de gente próxima que viajava. Algumas vezes fui à Aparecida do Norte - que para mim não era uma viagem,era tudo um tédio, apesar da fé que eu tinha. Uma vez estivemos - eu e alguns parentes- em São Lourenço e Caxambu. Achei mais interessante,mas ainda assim faltava alguma coisa. Bebi água gasosa em várias fontes, o que para mim era tudo uma água gás que não fazia diferença alguma para mim.
Depois dessa época, viajei sim. Viagens com pessoal da igreja, encontros da ABU. De qualquer forma eu aproveitava ver a estrada e sair do meu reduto. Ah, viagens para cidades pequenas - roça,né?Era coisa de voltar no mesmo dia. Lembrei que fui ao Rio por ocasião da primeira comunhão de duas primas minhas, mas não conheci nada do Rio.
Viajava também através de páginas de revista, programas de TV que eu assistia.
Em 2008, comecei minha saga de turista ( bom é a data que eu lembro, se a minha mente estiver enganada, depois eu corrijo). E de lá para cá, já me viro bem quando tenho que arrumar uma mala. Detalhe: só tive uma mala ano passado. Até então, era só bolsa e uma vez que usei uma mala emprestada.
Em Mariana, estava eu com uma bolsa de viagem vermelha que caiu como uma luva para mim, tênis, legging, saia, jaqueta, cabelos maiores e com os olhos sempre curiosos diante de um novo lugar.
Sem guia eu caminho, e mesmo quando há alguém conhecido no lugar, procuro saber as informações necessárias e desbravo. Eu me sinto livre, sabe? Olho, observo, escuto, leio placas, olho pro céu, olho pro chão.
Sei que fui esmiuçada, descontruída para ser construída com novo material.
Penso que voltei mais corajosa,viu? Com aquela sentimento de não se acomodar e correr atrás dos meus objetivos. Estou disposta a apagar alguma linhas da vida,reescrever outras e começar a redigir em folhas branquíssimas desembrulhadas só para mim.
Posso terminar a postagem com uma miscelânea de versos bem presentes durante meus dias em solo marianense:
Eu não tenho "papo de jacaré",eu sou "uma brasileira" que diz "Hey,Jude" porque "...love is all I have to give". "One more time" para cada coisa boa da vida e eu "tô te esperando, vê se não vai demorar" porque " tá vendo aquela lua?" Sou humana,mas tenho um "advogado fiel" pra resolver e dar conta das minha causas. Sei que " mais perto quero estar" de Deus, porque Ele tem uma nova história para mim.
Em 2011, entre os dias 20 e 25 de julho eu fui uma das personagens da histórica Mariana. O outdoor na entrada da cidade já indica que foi lá que Minas Gerais nasceu.
Mariana fazia parte do meu livro de História. Se eu imaginei colocar meus pés lá um dia? Não sei mesmo. Minha mente não me diz o que eu pensava naquela época do antigo primário, com bermuda azul marinha e camisa branca com emblema da escola.
Sei que eu era a Érica que não era muito fã de Estudos Sociais- como assim era chamada a História e Geografia- e mesmo assim conseguia sempre ter notas altas.
Estou em fim de férias, não mexi em agenda, não escrevi no meu caderno, estou em recesso no inglês, pausa na auto escola. Faz bem,viu? Ontem li um artigo que tratava sobre férias, e saber aproveitar não fazendo tudo que sempre quis, ter aquela rotina alucinante, fazer cursos e etc. É saber aproveitar o momento, descansar, mudar um pouco a rotina. Foi minha escolha.
O sábado já se inicia e se for pensar tenho muitos afazeres, antes de tudo quero aqueitar-me, organizar-me e daí arregaçar as mangas.
Acredito num 2º semestre diferente, com outra perspectiva e expectativa também.
Se na época que ouvia falar sobre Mariana, eu usava uniforme, tinha os cabelos curtos, andava a pé, tinha horário para brincar na rua e somente aos sábados e domingos, usava mochila, tênis ou sandália,a diversão era a Sessão da Tarde e eu ainda sonhava em ser dentista. Lembro que toda vez que as férias terminavam,a professora pedia uma redação - também chamada de composição- com o título "Minhas férias". Aí eu tinha uma frustração tamanha.
Para mim,eu não tinha nada de importante. Geralmente eu dizia que fiquei em casa, brinquei na rua, visitei alguns familiares em Juiz de Fora mesmo, um paquera novo, o festival de filmes d'Os Trapalhões ou da Xuxa e só. Eu pouvia o que os meus colegas relatavam, falavam de viagens, viagem com família, o que comeram,lugares que visitaram.
Minha indagação interna: por que minha família não viajava?
Bom, o tempo passou e eu ainda continuei ouvindo muitos relatos, redações de gente próxima que viajava. Algumas vezes fui à Aparecida do Norte - que para mim não era uma viagem,era tudo um tédio, apesar da fé que eu tinha. Uma vez estivemos - eu e alguns parentes- em São Lourenço e Caxambu. Achei mais interessante,mas ainda assim faltava alguma coisa. Bebi água gasosa em várias fontes, o que para mim era tudo uma água gás que não fazia diferença alguma para mim.
Depois dessa época, viajei sim. Viagens com pessoal da igreja, encontros da ABU. De qualquer forma eu aproveitava ver a estrada e sair do meu reduto. Ah, viagens para cidades pequenas - roça,né?Era coisa de voltar no mesmo dia. Lembrei que fui ao Rio por ocasião da primeira comunhão de duas primas minhas, mas não conheci nada do Rio.
Viajava também através de páginas de revista, programas de TV que eu assistia.
Em 2008, comecei minha saga de turista ( bom é a data que eu lembro, se a minha mente estiver enganada, depois eu corrijo). E de lá para cá, já me viro bem quando tenho que arrumar uma mala. Detalhe: só tive uma mala ano passado. Até então, era só bolsa e uma vez que usei uma mala emprestada.
Em Mariana, estava eu com uma bolsa de viagem vermelha que caiu como uma luva para mim, tênis, legging, saia, jaqueta, cabelos maiores e com os olhos sempre curiosos diante de um novo lugar.
Sem guia eu caminho, e mesmo quando há alguém conhecido no lugar, procuro saber as informações necessárias e desbravo. Eu me sinto livre, sabe? Olho, observo, escuto, leio placas, olho pro céu, olho pro chão.
Sei que fui esmiuçada, descontruída para ser construída com novo material.
Penso que voltei mais corajosa,viu? Com aquela sentimento de não se acomodar e correr atrás dos meus objetivos. Estou disposta a apagar alguma linhas da vida,reescrever outras e começar a redigir em folhas branquíssimas desembrulhadas só para mim.
Posso terminar a postagem com uma miscelânea de versos bem presentes durante meus dias em solo marianense:
Eu não tenho "papo de jacaré",eu sou "uma brasileira" que diz "Hey,Jude" porque "...love is all I have to give". "One more time" para cada coisa boa da vida e eu "tô te esperando, vê se não vai demorar" porque " tá vendo aquela lua?" Sou humana,mas tenho um "advogado fiel" pra resolver e dar conta das minha causas. Sei que " mais perto quero estar" de Deus, porque Ele tem uma nova história para mim.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Coming home
Ah, minha viagem deverá ter mais algumas postagens por aqui. Não tive tempo em Mariana para escrever todos os dias.
Emoções. Eu ainda paro e penso em tudo que presenciei. Já é uma viagem que ficará marcada por toda a minha vida.
Tudo bem que toda viagem deixa sempre alguma marquinha, além das fotos e lembrancinhas para remeter ao lugar que fui.
Particularmente, a última tem o gostinho especial do modo como ela foi plantada na minha mente, como foi executada, pela duração e pelos desafios.
Senti saudade de muita gente, confesso que deu vontade de correr para um orelhão e ligar para dizer: "Oi, tudo bem?Saudade de você!". Ou então escrever vários cartões-postais e torcer para que o serviço dos Correios fosse tão rápido quanto a internet. Seria uma forma de dizer: "Olha não sei o que pode acontecer,mas pode saber que sou feliz!"
Apesar de algumas vezes eu dar uma olhada, deixar recado via Facebook ou MSN, nada supera a presença real ou no mínimo ouvir aquela voz do outro lado do aparelho.
No dia 20 de julho - dia do amigo - meu celular foi muito requisitado
( risos) e eu fiquei feliz com as mensagens que recebi, me deu um gás, sabe?
Eu me recordo da viagem pelos cheiros, sons e impressões que tive. As mais de 800 fotos que registram momentos por lá são apenas uma fagulha do incêndio que tomou conta de mim.
Não sei porque,mas escolhi a palavra incêndio para expressar o conjunto de vivências durante esses dias.
Incêndio faz lembrar algo que é preciso tomar alguma atitude. Ou você dá um término, ou o fogo destroi tudo. Se você deixa o fogo tomar conta, ele faz tudo virar cinza. Dependendo, se tiver vento a cinza pode ir pra algum lugar distante do local de incêndio. No entanto, cinza não é a mesma que ter vida...e sem vida, não há como se fazer nada.
Os sons que embalaram minha viagem foram bem ecléticos. Alguns trouxeram-me certas epifanias.
Eu penso, e tenho quase certeza de que a viagem gerou em torno de escolhas, decisões.
Escolhas do passado, do presente e do futuro. Só que não trabalho com o futuro, tenho só o presente. Até uma série que assisti trata sobre a temática e o mais interessante é que a personagem principal tem o meu nome - risos.
Senti-me cuidada, também cuidei e cuidaram de mim mesmo eu não estando presente. Meu retorno foi surpreendente e mais uma vez quase debulhei-me em lágrimas.
É, chorei durante a minha estadia fora e quando voltei. Não é excesso de sensibilidade, mas aqueles momentos que só as lágrimas podem expressar algo.
E eu continuo bem reflexiva, resolvi arriscar-me, ou seria permitir-me viver?Viver e ir além do que já conquistei? Dar-me uma chance? Afinal, Jesus ressuscitou a Lázaro,mas quem removeu as pedras não foi Ele...
Emoções. Eu ainda paro e penso em tudo que presenciei. Já é uma viagem que ficará marcada por toda a minha vida.
Tudo bem que toda viagem deixa sempre alguma marquinha, além das fotos e lembrancinhas para remeter ao lugar que fui.
Particularmente, a última tem o gostinho especial do modo como ela foi plantada na minha mente, como foi executada, pela duração e pelos desafios.
Senti saudade de muita gente, confesso que deu vontade de correr para um orelhão e ligar para dizer: "Oi, tudo bem?Saudade de você!". Ou então escrever vários cartões-postais e torcer para que o serviço dos Correios fosse tão rápido quanto a internet. Seria uma forma de dizer: "Olha não sei o que pode acontecer,mas pode saber que sou feliz!"
Apesar de algumas vezes eu dar uma olhada, deixar recado via Facebook ou MSN, nada supera a presença real ou no mínimo ouvir aquela voz do outro lado do aparelho.
No dia 20 de julho - dia do amigo - meu celular foi muito requisitado
( risos) e eu fiquei feliz com as mensagens que recebi, me deu um gás, sabe?
Eu me recordo da viagem pelos cheiros, sons e impressões que tive. As mais de 800 fotos que registram momentos por lá são apenas uma fagulha do incêndio que tomou conta de mim.
Não sei porque,mas escolhi a palavra incêndio para expressar o conjunto de vivências durante esses dias.
Incêndio faz lembrar algo que é preciso tomar alguma atitude. Ou você dá um término, ou o fogo destroi tudo. Se você deixa o fogo tomar conta, ele faz tudo virar cinza. Dependendo, se tiver vento a cinza pode ir pra algum lugar distante do local de incêndio. No entanto, cinza não é a mesma que ter vida...e sem vida, não há como se fazer nada.
Os sons que embalaram minha viagem foram bem ecléticos. Alguns trouxeram-me certas epifanias.
Eu penso, e tenho quase certeza de que a viagem gerou em torno de escolhas, decisões.
Escolhas do passado, do presente e do futuro. Só que não trabalho com o futuro, tenho só o presente. Até uma série que assisti trata sobre a temática e o mais interessante é que a personagem principal tem o meu nome - risos.
Senti-me cuidada, também cuidei e cuidaram de mim mesmo eu não estando presente. Meu retorno foi surpreendente e mais uma vez quase debulhei-me em lágrimas.
É, chorei durante a minha estadia fora e quando voltei. Não é excesso de sensibilidade, mas aqueles momentos que só as lágrimas podem expressar algo.
E eu continuo bem reflexiva, resolvi arriscar-me, ou seria permitir-me viver?Viver e ir além do que já conquistei? Dar-me uma chance? Afinal, Jesus ressuscitou a Lázaro,mas quem removeu as pedras não foi Ele...
terça-feira, 26 de julho de 2011
De volta para o meu aconchego
Depois de 7h30 na estrada - realmente a volta para casa demora mais - cheguei, voltei ao meu mundinho. Claro que lá no fundo eu penso: "ah não, quero mais férias, deixa eu continuar passeando, conhecer lugares..."
Sei que a vida não é assim e saberei lidar com o retorno da minha rotina
(risos).
Voltei e com a mala cheia de emoções. Foi uma das viagens mais intensas que tive na vida. Vi de tudo um pouco, sinceramente até o que eu não esperava. Fui de um extremo ao outro, algo exigido pelas circunstâncias, mas nada que tirasse o meu equilíbrio.
É bom sentir a proteção de Deus e ver que Ele me guia. Aliás, antes de viajar a música que ressoava na minha mente é um hino que diz: "Guia-me sempre, meu Senhor/ Guia meus passos Salvador".
Observei cada detalhe, cada cheiro, há caminhos que já reconheço.
Vivi uma aventura e tanto!
Senti saudades e fui surpreendida ao retornar, os meus olhos sorriram sim...penso que tem um novo caminho a trilhar.
Agora já acalmo, mesmo sabendo que a próxima semana será puxada e cheia de compromissos. Sabe, ainda estou na terça-feira e faço o que for possível neste dia. Do amanhã, Deus cuidará.
Sei que a vida não é assim e saberei lidar com o retorno da minha rotina
(risos).
Voltei e com a mala cheia de emoções. Foi uma das viagens mais intensas que tive na vida. Vi de tudo um pouco, sinceramente até o que eu não esperava. Fui de um extremo ao outro, algo exigido pelas circunstâncias, mas nada que tirasse o meu equilíbrio.
É bom sentir a proteção de Deus e ver que Ele me guia. Aliás, antes de viajar a música que ressoava na minha mente é um hino que diz: "Guia-me sempre, meu Senhor/ Guia meus passos Salvador".
Observei cada detalhe, cada cheiro, há caminhos que já reconheço.
Vivi uma aventura e tanto!
Senti saudades e fui surpreendida ao retornar, os meus olhos sorriram sim...penso que tem um novo caminho a trilhar.
Agora já acalmo, mesmo sabendo que a próxima semana será puxada e cheia de compromissos. Sabe, ainda estou na terça-feira e faço o que for possível neste dia. Do amanhã, Deus cuidará.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Eu não sou nativa daqui...
Nossa,que sol bom o de ontem e friozinho da noite é sempre bom.
Andei pra conhecer melhor o lugar, aprendi um pouco do vocabulário que chega a ser engraçado. Não sou uma nativa daqui,mas penso que já perceberam isto, mesmo eu não sendo daquelas turistas que pagam mico. Consigo me situar bem. Ouvi idiomas diferentes também.
Curti uma rede na varanda, um morro ao fundo e um céu azul limpo.
Tento não descontrolar totalmente minha alimentação. Já arrumei meu suco light, comprei frutas e até minhas barrinhas de cereais. A minha malhação é andar pelas ruas daqui de Mariana e pelas ladeiras e morros de Ouro Preto - o que já me rendeu dores,tudo básico. Penso que terei mais dores...
Minha estadia aqui vai além do que eu pensava,mas não há problema...pode ser o tempo que precisava para mim. Eu realmente não sei o que me reserva o dia de amanhã, ou os próximos minutos. Tudo pertence a Deus.
Antes de finalizar eu explico o título. As pessoas que aqui nasceram, denominam-se como nativas. É bem estranho ouvir isto.
Estou bem cansada,fico por aqui.
Andei pra conhecer melhor o lugar, aprendi um pouco do vocabulário que chega a ser engraçado. Não sou uma nativa daqui,mas penso que já perceberam isto, mesmo eu não sendo daquelas turistas que pagam mico. Consigo me situar bem. Ouvi idiomas diferentes também.
Curti uma rede na varanda, um morro ao fundo e um céu azul limpo.
Tento não descontrolar totalmente minha alimentação. Já arrumei meu suco light, comprei frutas e até minhas barrinhas de cereais. A minha malhação é andar pelas ruas daqui de Mariana e pelas ladeiras e morros de Ouro Preto - o que já me rendeu dores,tudo básico. Penso que terei mais dores...
Minha estadia aqui vai além do que eu pensava,mas não há problema...pode ser o tempo que precisava para mim. Eu realmente não sei o que me reserva o dia de amanhã, ou os próximos minutos. Tudo pertence a Deus.
Antes de finalizar eu explico o título. As pessoas que aqui nasceram, denominam-se como nativas. É bem estranho ouvir isto.
Estou bem cansada,fico por aqui.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Viajo porque preciso...
Olá!!!
Eu trouxe caneta para fazer minhas anotações, mas como estou no notebook vou aproveitar e traçar minhas linhas por aqui mesmo. A começar, que levo uma coça já que não tenho o hábito de usar notebook - até agora não descobri onde fica o ponto de interrogação,rs.
Depois de 6h30 de viagem chego ao meu destino, a casa da minha amiga Ingrid. Foram três ônibus diferentes, paradas em duas cidades e muitas curiosidades. Soube o nome de lugares que não fazia ideia e percebi que há trechos que sei localizar bem ( quando eu estiver com minha CNH será só festa,hehehe).
7:00 foi o horário do primeiro embarque e eu com os olhos ardendo pela mal noite mal dormida já começo a observar meus companheiros de viagem. Já de cara uma mulher e uma garotinho chamaram minha atenção e seguiram comigo até Ouro Preto. O garoto é um alarme ambulante e durante o trajeto pode saber que ele aprontou. A mãe algumas vezes o repreendeu de forma bem ríspida - ele merecia. No trecho depois de Barbacena, ele cismou de dizer a hora em alta voz, isto quando não falava os nomes da cidade perguntando se já estava no destino que desembarcaria. Teve também o rapaz da viseira que estava do lado oposto ao meu, a senhora que ficou num certo trajeto ao meu lado e fez-me lembrar da minha avó, os meus vizinhos de trás que pensei que fossem me importunar, o neto da senhora que sentou ao meu lado que batia os pés,abria a janela, um tanto quanto inquieto.
No meio do caminho eu observei todas as placas de sinalização que pude, o ônibus passou pela pesagem, nunca vi tanta gente vendendo mexerica e biscoito de polvilho, aprendi a palavra chucolé, que acredito ser chup chup que conheço por aqui ( é o que o desenho demonstrava,rs), uma loja que vendia colchões e pombos ( pasmei com isto,quem compra pombos,é só ir ao Parque Halfeld, é tudo 0800). Em Conselheiro Lafaiete, o Cristo Redentor não é tão bonito.
Bom,há uma grande quantidade de cidades interessantes aqui por perto.
Além de Mariana e Ouro Preto que me surpreenderam pelo tamanho- eu não esperava que fossem grandes- se eu visitar mais alguma será lucro!
Vi paisagens naturais lindíssimas, pomares de mexerica, plantações de rosas de Barbacena,ah gente!! Amo viajar, ver gente, descobrir pedacinhos. Algumas ruas do centro de C. Lafaiete são parecidas com as de Juiz de Fora e deu saudade do tempo que a gente usava a porta traseira para embarcar no ônibus urbano.
Mais uma coisa: senti uma vontade enorme de comer chocolate durante a viagem, por que será...
Eu trouxe caneta para fazer minhas anotações, mas como estou no notebook vou aproveitar e traçar minhas linhas por aqui mesmo. A começar, que levo uma coça já que não tenho o hábito de usar notebook - até agora não descobri onde fica o ponto de interrogação,rs.
Depois de 6h30 de viagem chego ao meu destino, a casa da minha amiga Ingrid. Foram três ônibus diferentes, paradas em duas cidades e muitas curiosidades. Soube o nome de lugares que não fazia ideia e percebi que há trechos que sei localizar bem ( quando eu estiver com minha CNH será só festa,hehehe).
7:00 foi o horário do primeiro embarque e eu com os olhos ardendo pela mal noite mal dormida já começo a observar meus companheiros de viagem. Já de cara uma mulher e uma garotinho chamaram minha atenção e seguiram comigo até Ouro Preto. O garoto é um alarme ambulante e durante o trajeto pode saber que ele aprontou. A mãe algumas vezes o repreendeu de forma bem ríspida - ele merecia. No trecho depois de Barbacena, ele cismou de dizer a hora em alta voz, isto quando não falava os nomes da cidade perguntando se já estava no destino que desembarcaria. Teve também o rapaz da viseira que estava do lado oposto ao meu, a senhora que ficou num certo trajeto ao meu lado e fez-me lembrar da minha avó, os meus vizinhos de trás que pensei que fossem me importunar, o neto da senhora que sentou ao meu lado que batia os pés,abria a janela, um tanto quanto inquieto.
No meio do caminho eu observei todas as placas de sinalização que pude, o ônibus passou pela pesagem, nunca vi tanta gente vendendo mexerica e biscoito de polvilho, aprendi a palavra chucolé, que acredito ser chup chup que conheço por aqui ( é o que o desenho demonstrava,rs), uma loja que vendia colchões e pombos ( pasmei com isto,quem compra pombos,é só ir ao Parque Halfeld, é tudo 0800). Em Conselheiro Lafaiete, o Cristo Redentor não é tão bonito.
Bom,há uma grande quantidade de cidades interessantes aqui por perto.
Além de Mariana e Ouro Preto que me surpreenderam pelo tamanho- eu não esperava que fossem grandes- se eu visitar mais alguma será lucro!
Vi paisagens naturais lindíssimas, pomares de mexerica, plantações de rosas de Barbacena,ah gente!! Amo viajar, ver gente, descobrir pedacinhos. Algumas ruas do centro de C. Lafaiete são parecidas com as de Juiz de Fora e deu saudade do tempo que a gente usava a porta traseira para embarcar no ônibus urbano.
Mais uma coisa: senti uma vontade enorme de comer chocolate durante a viagem, por que será...
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Palavrinhas
Versos/ expressões/palavras que batem na minha caixola de vez em quando:
1- E a alma renasceu com flores de algodão
2-Ando falando sozinho
3- E recomeço do zero sem reclamar
4- Don't give up
5- Old enough to know
6- I never meant to start a war
8- Save me from myself
9- Sweet dreams or a beautiful nightmare
10- So what?
11- Alone
12- Glam
13- You hold me now
14- Deus amado!
15- Irrita profundamente
16- Ninguém merece
17- Esta é a parte da minha vida que chamo de...
18- Lindíssimo
19-Pessoa
20- Beijo grande
21- Aafff
22- Kiss from a rose
1- E a alma renasceu com flores de algodão
2-Ando falando sozinho
3- E recomeço do zero sem reclamar
4- Don't give up
5- Old enough to know
6- I never meant to start a war
8- Save me from myself
9- Sweet dreams or a beautiful nightmare
10- So what?
11- Alone
12- Glam
13- You hold me now
14- Deus amado!
15- Irrita profundamente
16- Ninguém merece
17- Esta é a parte da minha vida que chamo de...
18- Lindíssimo
19-Pessoa
20- Beijo grande
21- Aafff
22- Kiss from a rose
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