domingo, 4 de setembro de 2011
Faz de conta...crash!
Como um dia de domingo ensolarado,após uma madrugada bem fria marco presença aqui. Estava conversando com minha acerca de alguns acontecimentos recentes em nossas vidas.
Foi daí que me veio a vontade de escrever e o título "Crash". Para quem conhece, existe um filme com o mesmo título e acredito eu que já escrevi algo relacionado há algum tempo atrás.
Pois bem, minha mente dizia é preciso viver alguns "crashs" na vida. É preciso não, está na bagagem da vida.
Por vezes a gente é agente ativo, outras vezes agente passivo. Lembrei-me que nessa semana que findou quebrei um enfeite e um espelho. O espelho foi meio sem querer, a forma como o coloquei na cama provocou o estalo. Era um vez um espelho.
O início da postagem "Como um dia de domingo" faz parte de uma música que apresenta outro verso que me fez refletir: "Faz de conta que ainda é cedo". Pensei: a vida não é faz de conta. Eu não posso dizer que o espelho está inteiro, em pleno uso como faz de conta de que ele ainda serve. Neste exato momento ele encontra-se no quintal esperando o dia da coleta de lixo. Pense: faz de conta que se respira, come, fala?Sei que há como burlar certas vivências por um determinado período,mas fique atento de que logo adiante: CRASH! Tem que deixar o faz de conta e deprarar-se com a verdade.
Na vida não há como afirmar faz de conta que vivo, ou faz de conta que estou apaixonada, ou faz de conta que está tudo bem. O que percebo a cada dia que é preciso tomar uma postura e assumir. Não é apenas dizer,mas sim viver de forma que ações sejam coerentes, compatíveis com cada sílaba pronunciada.
Os crashs representam mudança, ruptura em algum trajeto da vida. A seguinte frase que li no Twitter vai ao encontro do que escrevo: ''Às vezes é mais fácil começar um novo capítulo do que persistir numa mesma história."
Eu li,reli várias vezes e tentei relacionar com minha semana. Há novas linhas desenhadas na minha vida. Se me permite estou "crasheando" e com vontade( risos). Assim consigo visualizar novos traçados e prossigo na velocidade permitida para cada trajeto. Mais do que tudo, faz para bem o viver real.
Que Deus me ajude!
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
360 graus ou 180 graus?A melhor edição de mim...
Uma coisa é certa, eu nunca tive um mês de agosto que fosse tão longo como este.Como?Eu explico.
O mês continua com seus 31 dias, não tem feriado, está do mesmo jeito.
Tive experiências significativas. Minha câmera não registrou, mas o coração gravou tudo e arquivou. Sorri, chorei, viajei,aborreci-me com um punhado de gente ( também devo ter aborrecido),ouvi coisas chocantes sobre pessoas que conheço de longa data, malhei,li, dormi. Senti frio, mas também sofri com o calor. Meus olhos brilharam diante de novos horizontes, mas eles também lacrimejaram diante de fatos mal resolvidos, outros até sem solução ainda.
Tive sinais e muitos...parece que foi uma forma de Deus me trazer um pouco de esperança,é o que penso. São sinais que só eu sei o quanto significam.
Por mais que muita coisa ruim tenha acontecido, levo como crescimento. "Crescer custa, demora, esfola, mas compensa. É uma vitória secreta, sem testemunhas. O adversário somos nós mesmos." (Martha Medeiros)
Como você já sabe, eu quero prosseguir. Levo na mente o trecho daquela canção do ano passado que tanto me perseguiu "Just don't give up..."
Foi bom porque quando acharam que tinham acabado comigo, lá estava eu de pé de sorrisão no rosto.
O meu silêncio é meu amigo, porque na companhia dele, reformulo a vida e volto a faxer presença.
Falando de coisa boa, algo que me intriga são alguns números que aparecem na minha vida. Longe de mim numerologia, não é o que determina minha vida. Aconteceu que vejo uma série de acontecimentos que tem coisas muito em comum. Vai entender...sou da teoria de que o mundo não é tão grande assim.
Sabe que mais do que nunca, acredito em mim e romperei barreiras. Pode esperar sentado se quiser,viu? Eu não me preocupo. Vi um texto esta semana que simboliza isto: "Ah, para tudo! Se é pra viver, vamos viver direito. Com conteúdo.
Troque o verbo, mude a frase, inverta a culpa. O sujeito da oração é você.
A história é sua, mãos à obra! Melhore aquele capítulo, jogue fora o que não cabe mais, embole a tristeza, o medo, aceite seus erros, reescreva-se. Republique-se. Reinvente-se. E transforme - se na melhor edição feita de você."
Diante de todos so aspectivos positivos passei mais tempo com família, conheci mais profundamente algumas pessoas, me diverti, cuidei de mim, aprendi, orei, cantei, mandei coisa embora, me dediquei a novas coisas...
Estou intensa no que vivo porque sei o tempo não volta atrás e não sei como será o amanhã!Eu sou otimista e tenho esperança...ainda que tudo pareça impossível.
Um bom setembro!!!
O mês continua com seus 31 dias, não tem feriado, está do mesmo jeito.
Tive experiências significativas. Minha câmera não registrou, mas o coração gravou tudo e arquivou. Sorri, chorei, viajei,aborreci-me com um punhado de gente ( também devo ter aborrecido),ouvi coisas chocantes sobre pessoas que conheço de longa data, malhei,li, dormi. Senti frio, mas também sofri com o calor. Meus olhos brilharam diante de novos horizontes, mas eles também lacrimejaram diante de fatos mal resolvidos, outros até sem solução ainda.
Tive sinais e muitos...parece que foi uma forma de Deus me trazer um pouco de esperança,é o que penso. São sinais que só eu sei o quanto significam.
Por mais que muita coisa ruim tenha acontecido, levo como crescimento. "Crescer custa, demora, esfola, mas compensa. É uma vitória secreta, sem testemunhas. O adversário somos nós mesmos." (Martha Medeiros)
Como você já sabe, eu quero prosseguir. Levo na mente o trecho daquela canção do ano passado que tanto me perseguiu "Just don't give up..."
Foi bom porque quando acharam que tinham acabado comigo, lá estava eu de pé de sorrisão no rosto.
O meu silêncio é meu amigo, porque na companhia dele, reformulo a vida e volto a faxer presença.
Falando de coisa boa, algo que me intriga são alguns números que aparecem na minha vida. Longe de mim numerologia, não é o que determina minha vida. Aconteceu que vejo uma série de acontecimentos que tem coisas muito em comum. Vai entender...sou da teoria de que o mundo não é tão grande assim.
Sabe que mais do que nunca, acredito em mim e romperei barreiras. Pode esperar sentado se quiser,viu? Eu não me preocupo. Vi um texto esta semana que simboliza isto: "Ah, para tudo! Se é pra viver, vamos viver direito. Com conteúdo.
Troque o verbo, mude a frase, inverta a culpa. O sujeito da oração é você.
A história é sua, mãos à obra! Melhore aquele capítulo, jogue fora o que não cabe mais, embole a tristeza, o medo, aceite seus erros, reescreva-se. Republique-se. Reinvente-se. E transforme - se na melhor edição feita de você."
Diante de todos so aspectivos positivos passei mais tempo com família, conheci mais profundamente algumas pessoas, me diverti, cuidei de mim, aprendi, orei, cantei, mandei coisa embora, me dediquei a novas coisas...
Estou intensa no que vivo porque sei o tempo não volta atrás e não sei como será o amanhã!Eu sou otimista e tenho esperança...ainda que tudo pareça impossível.
Um bom setembro!!!
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Pra terminar a noite
É uma postagem bem rápida, eu gostaria de escrever mais, porém pretendo deitar-me um pouco mais cedo. Estou orgulhosa pelo dia: dei conta das minhas atividades do inglês, fui a academia só para fazer musculação ( isto é milagre,tá?rs) e ainda eliminei duas aulas da autoescola. Bem produtivo,né?
Desde a última postagem, a fase de cisne negro deu uma aliviada. Crises aparecem para fazer a gente crescer. Não tenho dúvidas e só me dá força para não desistir.
Verdade é que algumas lágrimas rolam, o dia parece cinza, e notícias ruins aparecem como parte da bagagem.
Aprendi que a gente tem que saber viver em meio ao silêncio; permanecer no seu cantinho, e sair quando estiver pronto para encarar a situação. Tudo tem seu tempo, nem a mais,nem a menos.
Eu vejo que Deus cuida de tudo. A semana está atípica, e acredito que foi o meio que Ele fez para que eu pudesse sentir a brisa em meu rosto.
See you later.
Abaixo trechinho de uma música que lembrei, na época que era pré-adolescente ainda (risos)
It's my life
I stand it all alone
Accept my way of living
I live it on my own
It's my life
I try to be so free
'cause freedom is the promise
Of my destiny
I'm never gonna give it up
I never ever lose my aim
I'm never gonna give it up
Accept my way of living
It's my life
Desde a última postagem, a fase de cisne negro deu uma aliviada. Crises aparecem para fazer a gente crescer. Não tenho dúvidas e só me dá força para não desistir.
Verdade é que algumas lágrimas rolam, o dia parece cinza, e notícias ruins aparecem como parte da bagagem.
Aprendi que a gente tem que saber viver em meio ao silêncio; permanecer no seu cantinho, e sair quando estiver pronto para encarar a situação. Tudo tem seu tempo, nem a mais,nem a menos.
Eu vejo que Deus cuida de tudo. A semana está atípica, e acredito que foi o meio que Ele fez para que eu pudesse sentir a brisa em meu rosto.
See you later.
Abaixo trechinho de uma música que lembrei, na época que era pré-adolescente ainda (risos)
It's my life
I stand it all alone
Accept my way of living
I live it on my own
It's my life
I try to be so free
'cause freedom is the promise
Of my destiny
I'm never gonna give it up
I never ever lose my aim
I'm never gonna give it up
Accept my way of living
It's my life
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Cisne negro
Antes da nova futura postagem já intitulada "Aos 29", permita-me externar o que se passa em minha vida. Não é um ato de rebeldia ou reclamação,também sei que talvez que o meu ato de escrever não gerará mudança alguma.
Como fiz um acordo comigo mesma de não me deixar vencer diante de qualquer circunstância, escrevo como fortalecimento para mim.
Há uns minutos atrás, estava em minha cama com pensamentos em Deus, fazendo aquele discurso regado a lágrimas, pensamentos, palavras que só Ele sabe e entende.
Eu não entendo nada do que acontece, mas também não vou me flagelar em entender. Já percebi que essa busca por entender não me leva a nada.
Sei que é interessante sentir-se mais bem cuidada por um estranho do que um conhecido. Também sei que minha presença é ignorada, ou simplesmente descartada. Sabe quando vai remover algo do facebook e aparece aquele quadrinho com a seguinte pergunta: "Tem certeza que deseja excluir?" e clica-se nele? Penso que é assim fazem comigo, porém antes de aparecer qualquer pergunta para confirmar a ação já excluem e se bobear ainda escolhem: "Desejo que essa mensagem não apareça mais".
Duro,mas é a vida e eu não entendo.
Eu assisti "Cisne negro", bem complexo,viu? Não me comparo a ela não, citei o filme pensando no quanto o ser humano é complexo e talvez eu tenha até uma certa ousadia em dizer que existe um cisne negro atrás de mim, que tenta sempre me derrubar, que não sabe conviver consigo e tenta estralhaçar a vida dos outros porque pensa que tem que ser o melhor em tudo e acredita que o mundo conspira contra ele.
O que digo é que nesta segunda-feira nublada e com um vento que faz arrepiar levam-me a refletir e sinceramente não tenho alguma voz de comando sobre o que fazer.
Pessoas que me conhecem sabem da minha presença mesmo com o meu silêncio. Espero ter uma boa segunda-feira, e sei que não é bom,mas torço para que o dia termine logo e eu tenha tempo para mim.
O tempo passa e minha mala aguarda a hora de ser utilizada...
Como fiz um acordo comigo mesma de não me deixar vencer diante de qualquer circunstância, escrevo como fortalecimento para mim.
Há uns minutos atrás, estava em minha cama com pensamentos em Deus, fazendo aquele discurso regado a lágrimas, pensamentos, palavras que só Ele sabe e entende.
Eu não entendo nada do que acontece, mas também não vou me flagelar em entender. Já percebi que essa busca por entender não me leva a nada.
Sei que é interessante sentir-se mais bem cuidada por um estranho do que um conhecido. Também sei que minha presença é ignorada, ou simplesmente descartada. Sabe quando vai remover algo do facebook e aparece aquele quadrinho com a seguinte pergunta: "Tem certeza que deseja excluir?" e clica-se nele? Penso que é assim fazem comigo, porém antes de aparecer qualquer pergunta para confirmar a ação já excluem e se bobear ainda escolhem: "Desejo que essa mensagem não apareça mais".
Duro,mas é a vida e eu não entendo.
Eu assisti "Cisne negro", bem complexo,viu? Não me comparo a ela não, citei o filme pensando no quanto o ser humano é complexo e talvez eu tenha até uma certa ousadia em dizer que existe um cisne negro atrás de mim, que tenta sempre me derrubar, que não sabe conviver consigo e tenta estralhaçar a vida dos outros porque pensa que tem que ser o melhor em tudo e acredita que o mundo conspira contra ele.
O que digo é que nesta segunda-feira nublada e com um vento que faz arrepiar levam-me a refletir e sinceramente não tenho alguma voz de comando sobre o que fazer.
Pessoas que me conhecem sabem da minha presença mesmo com o meu silêncio. Espero ter uma boa segunda-feira, e sei que não é bom,mas torço para que o dia termine logo e eu tenha tempo para mim.
O tempo passa e minha mala aguarda a hora de ser utilizada...
sábado, 13 de agosto de 2011
August 13
Sabadão, um mês depois do meu níver. Hoje é níver de uma amiga e também casório dela ( isto também deve explicar o quão emocionada ela estava).Acabei de chegar da cerimônia que teve seus pormenores. Percebi que teve detalhes lá que ela já comentava comigo na nossa época de adolescência Da minha preparação a saída de casa, e no momento que estava na igreja muita coisa se desenrolou.
Tive momentos bem reflexivos durante o dia. Li a seguinte frase: "Difícil saber o que é importante na vida. Nós não notamos o que é pequeno demais e não estamos preparados para o que é muito grande" e pensei comigo mesma "É verdade." Não sei quem é o autor,mas digo que conseguiu externar algo meu.
Ontem,retornei da viagem radiante. Olhando os morros verdejantes na estrada, meus olhos deviam brilhar. Eu gosto de paisagem assim e notar a complexidade de tudo. Só Deus explica. Foi um passo que dei e fico feliz comigo mesma. Agradeço a Deus pela sexta que tive, foi singular para mim. Para muitos, foi um dia da semana de trabalho, estudo, afazeres. Para outros, o fim de semana, um dia alegre, um dia triste, um dia estressante. Há muito de emoção e sensação em torno do dia. Eu digo que minha sexta foi brilhante, porque me senti cuidada.
Já faz tempo que sinto que caminho sozinha. Há alguns momentos que sinto que estou acompanhada - e não digo somente de companhia física. Ontem, foi um dos momentos que vivi que, cara, não ando sozinha e como Deus cuida de mim! Foi um dia bem de Érica. Vivi daqueles momentos que só eu sei e digo: só eu mesmo para vivenciar isto. E eu olho, sorrio, observo as pessoas que cruzam meu caminho, desbravo o desconhecido, ouço críticas, faço perguntas, incidentes, atraio olhares, ando,escuto,como,canso, escrevo. Há uma trilha sonora para o dia.
Eu assisti - ou melhor assisti boa parte, porque meu sono, apesar da insistência e vontade, não me deixou terminar- o filme Comer,rezar,amar semana passada e faço um paralelo com o que vivi. É uma singularidade que torna meu dia intenso. Não importa o tempo,a quantidade de horas envolvida, concluo que tudo é intenso. Intenso sem ferir, machucar. É aquele intenso que digo que faz com que cada segundo seja imensamente importante e norteador da vida.
A lua está linda hoje, isto me faz sorrir também. Tentaram acabar com meu dia, chorei um pouco,mas passou. Você pensa que eu vou me esconder e reclamar da vida? Não mesmo. Até cito um frase que li:"E todos os dias, por mais amargos que sejam, eu digo: - Amanhã fico triste, hoje não." (Caio Fernando Abreu)
Bom,digo que meu presente do dia foi o livro Persuasão de Jane Austen - uma surpresinha boa que encontrei numa livraria. Já no início do livro existe um pouco de mim.
Na próxima postagem, eu digo. Já tem até título: Aos 29 ( risos).
mais uma frase para terminar:"Gaste mais horas realizando que sonhando... vivendo que esperando, porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu."
See you later, Honey B.
* P.S. Honey B não é ninguém em especial, ouvi isto e achei fofinho. Pode ser que eu encontre um pseudônimo ou apelido só meu para usar aqui ao me dirigir ao leitor.
Tive momentos bem reflexivos durante o dia. Li a seguinte frase: "Difícil saber o que é importante na vida. Nós não notamos o que é pequeno demais e não estamos preparados para o que é muito grande" e pensei comigo mesma "É verdade." Não sei quem é o autor,mas digo que conseguiu externar algo meu.
Ontem,retornei da viagem radiante. Olhando os morros verdejantes na estrada, meus olhos deviam brilhar. Eu gosto de paisagem assim e notar a complexidade de tudo. Só Deus explica. Foi um passo que dei e fico feliz comigo mesma. Agradeço a Deus pela sexta que tive, foi singular para mim. Para muitos, foi um dia da semana de trabalho, estudo, afazeres. Para outros, o fim de semana, um dia alegre, um dia triste, um dia estressante. Há muito de emoção e sensação em torno do dia. Eu digo que minha sexta foi brilhante, porque me senti cuidada.
Já faz tempo que sinto que caminho sozinha. Há alguns momentos que sinto que estou acompanhada - e não digo somente de companhia física. Ontem, foi um dos momentos que vivi que, cara, não ando sozinha e como Deus cuida de mim! Foi um dia bem de Érica. Vivi daqueles momentos que só eu sei e digo: só eu mesmo para vivenciar isto. E eu olho, sorrio, observo as pessoas que cruzam meu caminho, desbravo o desconhecido, ouço críticas, faço perguntas, incidentes, atraio olhares, ando,escuto,como,canso, escrevo. Há uma trilha sonora para o dia.
Eu assisti - ou melhor assisti boa parte, porque meu sono, apesar da insistência e vontade, não me deixou terminar- o filme Comer,rezar,amar semana passada e faço um paralelo com o que vivi. É uma singularidade que torna meu dia intenso. Não importa o tempo,a quantidade de horas envolvida, concluo que tudo é intenso. Intenso sem ferir, machucar. É aquele intenso que digo que faz com que cada segundo seja imensamente importante e norteador da vida.
A lua está linda hoje, isto me faz sorrir também. Tentaram acabar com meu dia, chorei um pouco,mas passou. Você pensa que eu vou me esconder e reclamar da vida? Não mesmo. Até cito um frase que li:"E todos os dias, por mais amargos que sejam, eu digo: - Amanhã fico triste, hoje não." (Caio Fernando Abreu)
Bom,digo que meu presente do dia foi o livro Persuasão de Jane Austen - uma surpresinha boa que encontrei numa livraria. Já no início do livro existe um pouco de mim.
Na próxima postagem, eu digo. Já tem até título: Aos 29 ( risos).
mais uma frase para terminar:"Gaste mais horas realizando que sonhando... vivendo que esperando, porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu."
See you later, Honey B.
* P.S. Honey B não é ninguém em especial, ouvi isto e achei fofinho. Pode ser que eu encontre um pseudônimo ou apelido só meu para usar aqui ao me dirigir ao leitor.
sábado, 6 de agosto de 2011
Impressões da semana
Sinceramente, agosto está além das minhas expectativas. A semana foi tranquila. Na quinta, eu estava pra lá de radiante. Consegui cumprir boa parte dos meus compromissos. Fiz um cronograma para o mês- suei para encaixar as minhas atividades sem prejudicar nada.
É sabado e eu trabalhei,então fico ainda meio perdida no dia já que a manhã toda fica por conta da reunião.
Lembrei-me do meu violino, o Vinus que encontra-se num cantinho do quarto. O saudosismo foi por causa de uma reportagem sobre a Orquestra Juvenil da Bahia e sua apresentação na Alemanha. Empolgante,viu?Já até assisti outros vídeos com apresentações musicais.
O frio voltou e não me queixo. A semana está perto do fim, e se Deus assim permitir a semana que vem terá mais surpresas. Meus desafios aumentam, e sinto-me mais disposta e ousada para lutar pelo lugar que almejo.
“Nenhum dia terá mais provações do que você pode suportar; e cada dia terá misericórdias suficientes para suas tensões.”
Por hoje é só, estou mais para ver e ouvir do que escrever ;)
É sabado e eu trabalhei,então fico ainda meio perdida no dia já que a manhã toda fica por conta da reunião.
Lembrei-me do meu violino, o Vinus que encontra-se num cantinho do quarto. O saudosismo foi por causa de uma reportagem sobre a Orquestra Juvenil da Bahia e sua apresentação na Alemanha. Empolgante,viu?Já até assisti outros vídeos com apresentações musicais.
O frio voltou e não me queixo. A semana está perto do fim, e se Deus assim permitir a semana que vem terá mais surpresas. Meus desafios aumentam, e sinto-me mais disposta e ousada para lutar pelo lugar que almejo.
“Nenhum dia terá mais provações do que você pode suportar; e cada dia terá misericórdias suficientes para suas tensões.”
Por hoje é só, estou mais para ver e ouvir do que escrever ;)
sábado, 30 de julho de 2011
Para não dizer que...
Ainda posso continuar relatando sobre minha viagem e todo clima de passado pairando sobre ela. Um passado com vários personagens,cada um com uma função a ser desempenhada.
Em 2011, entre os dias 20 e 25 de julho eu fui uma das personagens da histórica Mariana. O outdoor na entrada da cidade já indica que foi lá que Minas Gerais nasceu.
Mariana fazia parte do meu livro de História. Se eu imaginei colocar meus pés lá um dia? Não sei mesmo. Minha mente não me diz o que eu pensava naquela época do antigo primário, com bermuda azul marinha e camisa branca com emblema da escola.
Sei que eu era a Érica que não era muito fã de Estudos Sociais- como assim era chamada a História e Geografia- e mesmo assim conseguia sempre ter notas altas.
Estou em fim de férias, não mexi em agenda, não escrevi no meu caderno, estou em recesso no inglês, pausa na auto escola. Faz bem,viu? Ontem li um artigo que tratava sobre férias, e saber aproveitar não fazendo tudo que sempre quis, ter aquela rotina alucinante, fazer cursos e etc. É saber aproveitar o momento, descansar, mudar um pouco a rotina. Foi minha escolha.
O sábado já se inicia e se for pensar tenho muitos afazeres, antes de tudo quero aqueitar-me, organizar-me e daí arregaçar as mangas.
Acredito num 2º semestre diferente, com outra perspectiva e expectativa também.
Se na época que ouvia falar sobre Mariana, eu usava uniforme, tinha os cabelos curtos, andava a pé, tinha horário para brincar na rua e somente aos sábados e domingos, usava mochila, tênis ou sandália,a diversão era a Sessão da Tarde e eu ainda sonhava em ser dentista. Lembro que toda vez que as férias terminavam,a professora pedia uma redação - também chamada de composição- com o título "Minhas férias". Aí eu tinha uma frustração tamanha.
Para mim,eu não tinha nada de importante. Geralmente eu dizia que fiquei em casa, brinquei na rua, visitei alguns familiares em Juiz de Fora mesmo, um paquera novo, o festival de filmes d'Os Trapalhões ou da Xuxa e só. Eu pouvia o que os meus colegas relatavam, falavam de viagens, viagem com família, o que comeram,lugares que visitaram.
Minha indagação interna: por que minha família não viajava?
Bom, o tempo passou e eu ainda continuei ouvindo muitos relatos, redações de gente próxima que viajava. Algumas vezes fui à Aparecida do Norte - que para mim não era uma viagem,era tudo um tédio, apesar da fé que eu tinha. Uma vez estivemos - eu e alguns parentes- em São Lourenço e Caxambu. Achei mais interessante,mas ainda assim faltava alguma coisa. Bebi água gasosa em várias fontes, o que para mim era tudo uma água gás que não fazia diferença alguma para mim.
Depois dessa época, viajei sim. Viagens com pessoal da igreja, encontros da ABU. De qualquer forma eu aproveitava ver a estrada e sair do meu reduto. Ah, viagens para cidades pequenas - roça,né?Era coisa de voltar no mesmo dia. Lembrei que fui ao Rio por ocasião da primeira comunhão de duas primas minhas, mas não conheci nada do Rio.
Viajava também através de páginas de revista, programas de TV que eu assistia.
Em 2008, comecei minha saga de turista ( bom é a data que eu lembro, se a minha mente estiver enganada, depois eu corrijo). E de lá para cá, já me viro bem quando tenho que arrumar uma mala. Detalhe: só tive uma mala ano passado. Até então, era só bolsa e uma vez que usei uma mala emprestada.
Em Mariana, estava eu com uma bolsa de viagem vermelha que caiu como uma luva para mim, tênis, legging, saia, jaqueta, cabelos maiores e com os olhos sempre curiosos diante de um novo lugar.
Sem guia eu caminho, e mesmo quando há alguém conhecido no lugar, procuro saber as informações necessárias e desbravo. Eu me sinto livre, sabe? Olho, observo, escuto, leio placas, olho pro céu, olho pro chão.
Sei que fui esmiuçada, descontruída para ser construída com novo material.
Penso que voltei mais corajosa,viu? Com aquela sentimento de não se acomodar e correr atrás dos meus objetivos. Estou disposta a apagar alguma linhas da vida,reescrever outras e começar a redigir em folhas branquíssimas desembrulhadas só para mim.
Posso terminar a postagem com uma miscelânea de versos bem presentes durante meus dias em solo marianense:
Eu não tenho "papo de jacaré",eu sou "uma brasileira" que diz "Hey,Jude" porque "...love is all I have to give". "One more time" para cada coisa boa da vida e eu "tô te esperando, vê se não vai demorar" porque " tá vendo aquela lua?" Sou humana,mas tenho um "advogado fiel" pra resolver e dar conta das minha causas. Sei que " mais perto quero estar" de Deus, porque Ele tem uma nova história para mim.
Em 2011, entre os dias 20 e 25 de julho eu fui uma das personagens da histórica Mariana. O outdoor na entrada da cidade já indica que foi lá que Minas Gerais nasceu.
Mariana fazia parte do meu livro de História. Se eu imaginei colocar meus pés lá um dia? Não sei mesmo. Minha mente não me diz o que eu pensava naquela época do antigo primário, com bermuda azul marinha e camisa branca com emblema da escola.
Sei que eu era a Érica que não era muito fã de Estudos Sociais- como assim era chamada a História e Geografia- e mesmo assim conseguia sempre ter notas altas.
Estou em fim de férias, não mexi em agenda, não escrevi no meu caderno, estou em recesso no inglês, pausa na auto escola. Faz bem,viu? Ontem li um artigo que tratava sobre férias, e saber aproveitar não fazendo tudo que sempre quis, ter aquela rotina alucinante, fazer cursos e etc. É saber aproveitar o momento, descansar, mudar um pouco a rotina. Foi minha escolha.
O sábado já se inicia e se for pensar tenho muitos afazeres, antes de tudo quero aqueitar-me, organizar-me e daí arregaçar as mangas.
Acredito num 2º semestre diferente, com outra perspectiva e expectativa também.
Se na época que ouvia falar sobre Mariana, eu usava uniforme, tinha os cabelos curtos, andava a pé, tinha horário para brincar na rua e somente aos sábados e domingos, usava mochila, tênis ou sandália,a diversão era a Sessão da Tarde e eu ainda sonhava em ser dentista. Lembro que toda vez que as férias terminavam,a professora pedia uma redação - também chamada de composição- com o título "Minhas férias". Aí eu tinha uma frustração tamanha.
Para mim,eu não tinha nada de importante. Geralmente eu dizia que fiquei em casa, brinquei na rua, visitei alguns familiares em Juiz de Fora mesmo, um paquera novo, o festival de filmes d'Os Trapalhões ou da Xuxa e só. Eu pouvia o que os meus colegas relatavam, falavam de viagens, viagem com família, o que comeram,lugares que visitaram.
Minha indagação interna: por que minha família não viajava?
Bom, o tempo passou e eu ainda continuei ouvindo muitos relatos, redações de gente próxima que viajava. Algumas vezes fui à Aparecida do Norte - que para mim não era uma viagem,era tudo um tédio, apesar da fé que eu tinha. Uma vez estivemos - eu e alguns parentes- em São Lourenço e Caxambu. Achei mais interessante,mas ainda assim faltava alguma coisa. Bebi água gasosa em várias fontes, o que para mim era tudo uma água gás que não fazia diferença alguma para mim.
Depois dessa época, viajei sim. Viagens com pessoal da igreja, encontros da ABU. De qualquer forma eu aproveitava ver a estrada e sair do meu reduto. Ah, viagens para cidades pequenas - roça,né?Era coisa de voltar no mesmo dia. Lembrei que fui ao Rio por ocasião da primeira comunhão de duas primas minhas, mas não conheci nada do Rio.
Viajava também através de páginas de revista, programas de TV que eu assistia.
Em 2008, comecei minha saga de turista ( bom é a data que eu lembro, se a minha mente estiver enganada, depois eu corrijo). E de lá para cá, já me viro bem quando tenho que arrumar uma mala. Detalhe: só tive uma mala ano passado. Até então, era só bolsa e uma vez que usei uma mala emprestada.
Em Mariana, estava eu com uma bolsa de viagem vermelha que caiu como uma luva para mim, tênis, legging, saia, jaqueta, cabelos maiores e com os olhos sempre curiosos diante de um novo lugar.
Sem guia eu caminho, e mesmo quando há alguém conhecido no lugar, procuro saber as informações necessárias e desbravo. Eu me sinto livre, sabe? Olho, observo, escuto, leio placas, olho pro céu, olho pro chão.
Sei que fui esmiuçada, descontruída para ser construída com novo material.
Penso que voltei mais corajosa,viu? Com aquela sentimento de não se acomodar e correr atrás dos meus objetivos. Estou disposta a apagar alguma linhas da vida,reescrever outras e começar a redigir em folhas branquíssimas desembrulhadas só para mim.
Posso terminar a postagem com uma miscelânea de versos bem presentes durante meus dias em solo marianense:
Eu não tenho "papo de jacaré",eu sou "uma brasileira" que diz "Hey,Jude" porque "...love is all I have to give". "One more time" para cada coisa boa da vida e eu "tô te esperando, vê se não vai demorar" porque " tá vendo aquela lua?" Sou humana,mas tenho um "advogado fiel" pra resolver e dar conta das minha causas. Sei que " mais perto quero estar" de Deus, porque Ele tem uma nova história para mim.
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